quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Artes Plásticas: O Beijo, de Vik Muniz



Cerca de 1.200 pessoas reuniram-se no dia 20 de setembro de 2009 para lutar contra o preconceito e o estigma de quem tem aids. 
  O fotógrafo e artista plástico de renome internacional Vik Muniz fotografou seis mosaicos formados cada um por cerca de 600 soropositivos e solidários à causa. Uma nova imagem surgiu a partir de várias outras pequenas. Essa é a maior característica do trabalho do paulista radicado em Nova York. 
A ação faz parte da campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids de 2009, organizada pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, pelo Centro de Referência e Treinamento de São Paulo e pelo Programa Municipal de DST e Aids de Guarulhos e com o apoio de várias organizações locais. Os voluntários seguraram cartões coloridos para formar imagens de beijos, símbolo universal do amor e da solidariedade. Essa será a primeira obra de Vik Muniz sobre o tema HIV/Aids. O resultado ficará exposto no MASP, Museu de arte de São Paulo. As fotos dos mosaicos foram tiradas no Ginásio Pascoal Thomeu (Guarulhos/SP).


DEPOIMENTOS:


Vilma Moraes de Santos, portadora há 17 anos, moradora de Mogi das Cruzes (SP). Assim que soube do evento reuniu 36 pessoas em sua cidade, batalhou um ônibus e veio com seus colegas participar do beijo de Vik Muniz. “Espero que esta foto sirva para alertar as pessoas sobre a importância de prevenção às DSTs e ajude na luta contra o preconceito”, afirmou a ativista. Vilma nunca imaginou, quando soube de seu diagnóstico, que estaria num estádio com mais de 700 pessoas lutando pelo respeito às pessoas que vivem com HIV/aids.
Jose Sislei, funcionário da prefeitura de Guarulhos, disse que a luta contra a aids é algo que deve ser feito constantemente.

 José Aparecido do Senhor, 20 anos de HIV e morador de São Caetano (SP) também quis muito e conseguiu participar da foto. “Este evento é muito importante para nossa vida. É um encontro maior de celebração em que a união faz a força e juntos podemos mudar a história.”
 Alessandro Rodrigues, 6 anos de HIV e também de São Caetano, espera que por meio da arte as pessoas possam mudar a concepção da doença. “Hoje todos somos vulneráveis ao HIV. Quero que a obra de Vik ajude na luta contra a doença.” Para ele, a obra é muito importante para a autoestima dos soropositivos. “Não sou um soropositivo coitadinho, eu estou aqui rindo, pulando e mais do que tudo estou vivo!”

"Eu, Marcos, como participante (sic) da foto do Vik Muniz e como pessoa vivendo com o HIVAIDS há 13 anos, sei como é difícil de lidar e vejo que muitos que hoje descobrem que tem o hiv (sic) sabem que é dificil. Hoje eu estou bem mas passei por muita coisa com a doença, medicação... enfim devo dizer que tenho HIV e (sic) convivo muito bem com isso.
 Trabalho em uma ong/aids na região de São Miguel Paulista e luto a cada dia para quebrar o preconceito que mata mais que a própria doença. Não quero que tenham pena ou digam que sou um coitado, o que eu quero é somente  respeito como qualquer outro cidadão."
Depoimentos da reportagem de Marina Pecoraro na Agência de Notícias Sobre a Aids, publicada em 20.09.2009
Lançamento: 2009

Filme: Histórias Posithivas

O documentário Histórias Posithivas  é dividido em 13 capítulos que oferecem informações úteis para a melhoria da qualidade de vida de pessoas vivendo com HIV e aids. Além disso, os vídeos mostram que soropositivos podem trabalhar, estudar, praticar esportes, namorar e levar uma vida normal, como todo mundo. O material é destinado aos Serviços de Atenção Especializada em Aids – SAE – mas pode ser exibido em outros locais como salas de espera de serviços de saúde, consultórios, universidades, escolas, presídios, etc. Produzido em parceria entre Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, em parceria com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e Unesco.

Lançamento: 2009
Gênero: Documentário

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Filme: Um Ano Sem Amor [Un Año Sin Amor]


Em Um Ano Sem Amor o tique taque constante representa a contagem regressiva na vida de Pablo (Juan Minujín), um escritor gay afligido com a AIDS. Baseado na história real do escritor Pablo Pérez o roteiro para o cinema foi feita por ele e pela estreante diretora Anahí Berneri.
  Nesta história intrigante o escritor decide sair da rotina nem tão confortável da casa que divide com a tia (Mimí Ardu) mentalmente instável e do hospital onde recebe tratamento para explorar o submundo do sexo em Buenos Aires. Primeiramente buscará cinemas pornôs e mais tarde clubes de sadomasoquismo onde ele se envolverá com Martín (Javier Van de Couter), o que aumentará seu desejo de manter-se vivo. Durante sua peregrinação em busca de companhia Pablo se defrontará com problemas como a dependência finaceira do pai e a loucura cada vez mais próxima de sua tia.

Lançamento: 2005 (Argentina)
Gênero: Drama
Duração: 1 hora e 35 min
Destaque: Vencedor de prêmios de melhor filme GLBT, inclusive no Festival do Filme Gay e Lésbico de Nova Iorque

domingo, 27 de dezembro de 2009

Revistas: Colors Magazine especial AIDS/HIV


A edição especial da revista Colors Magazine nº 67 , que pode ser lida online em inglês, foi criada pela marca Benetton (de roupas e acessórios entre outros produtos) e traz reportagens especiais sobre o HIV/AIDS realizadas em países de todo o mundo tais como: Uganda, Reino Unido, India, Alemanha, África do Sul, Estados Unidos, entre tantos outros.
   Tem entrevistas com soropositivos, pessoas que lidam com HIV/AIDS ou que tem um ponto de vista interessante para compartilhar sobre o assunto. Vale saber o que pessoas de diferentes culturas estão falando e fazendo (ou infelizmente deixando de fazer por falta de informação adequada) a respeito desta epidemia mundial.
  Fica óbvio através da leitura das matérias que nenhuma diferença de gênero, idade, etnia, religião ou preferência sexual pode tornar alguém imune ao contágio com o vírus hiv.

Lançamento: (para leitura online) 2006 (EUA)
Gênero: Reportagem

Séries: Kami, a Marionete hiv+ de Vila Sésamo


  Kami é uma marionete soropositiva do seriado Takalani Sesame, na versão da África do Sul para a série de televisão Sesame Street, que também teve sua versão brasileira, a Vila Sésamo.
  Ela estreou no programa em 2002, como uma idéia de tratar da questão onde a doença é hoje uma epidemia e seu papel é remover o estigma daqueles que convivem com o hiv.
  Na série, Kami (cujo nome significa "Aceitação", em Setswana) tem 5 anos e de acordo com seu pai se contaminou com uma transfusão de sangue e perdeu sua mãe para o hiv/Aids. Kami demonstra aos telespectadores como lidar com os sentimentos de se perder alguém querido, de uma maneira que crianças possam compreender. E já que cerca de 30% dos lares sul-africanos não tem televisão, foi lançada uma versão do programa para o rádio.

Lançamento: 2000 (África do Sul)
Gênero: Infantil
Duração: 30 minutos por episódio
Destaque: Kami foi nomeada embaixadora da UNICEF para crianças e já conversou com grandes figuras como Nelson Mandela e Bill Clinton.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Filme: Basta um Dia


Lançado pela ABIA – Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids, do mesmo diretor de Borboletas da Vida, Vagner de Almeida, o documentário Basta um Dia aborda a vida de travestis e homossexuais da baixada fluminense que, entre a coragem e o medo, tentam, muitas vezes sem sucesso, sobreviver à dura realidade de violências impostas ao seu cotidiano. 





Lançamento: 2006 (Brasil)
Gênero: Documentário
Duração: 40 min

Filme: A Closer Walk




Um panorama caótico da epidemia da Aids é mostrado nesse documentário dirigido por Robert Bilheimer, narrado pelos astros Glenn Close e Will Smith. As câmeras passeiam pela África mostrando o drama de crianças órfãs e o descaso da saúde pública em países pobres. Circulam por nações da Europa central, onde drogados compartilham seringas infectadas, e enfocam, na Índia, a tragédia de soropositivas contaminadas pelos próprios maridos.



Há entrevistas com pacientes, médicos, enfermeiros, além de depoimentos do Dalai Lama, do pop star Bono Vox e do secretário-geral da ONU Kofi Annan.


O objetivo é um só: alertar que a Aids, a pior epidemia da história, ainda continua fazendo vítimas. Está prevista a continuação do filme abordando a resposta de outros países de combate à Aids, inclusive a brasileira.


Lançamento: 2003 (EUA)
Gênero: Documentário
Duração: 1 hora e 25 min

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Teatro: Cobrindo a Identidade, Porque a Fera Não tem Idade



A  Companhia Paulista de Artes representa nesta peça os Bundião: Eis uma típica família do interior. Vivem numa mesma casa uma tia solteirona, suas três sobrinhas e dois sobrinhos agregados.São muito unidos e divertidos, embora tenham passado por maus bocados... A rotina desta casa é abalada com a chegada da outra tia, Imaculada, que vem para virar tudo de ponta cabeça.

Ela vai rasgar o verbo, contar os podres do passado da conservadora tia Mafalda, relatar suas peripécias sexuais em pleno 60 e poucos e provar que a terceira idade pode ser deliciosamente desfrutada, já que segundo ela, a vida começa aos 60.

FICHA TÉCNICA

Texto: Rosangela Peroni Brigoni

Direção: Vivi Masolli

Músicas: Rosangela Peroni Brigoni / Nando Niccioli

Cenários e Figurinos: Marcelo Peroni

Adereços: Marcelo Peroni

Maquiagem: Edivaldo Zanotti

Técnico de Apoio: Rodrigo Gatera

Apoio Técnico em DST/AIDS: Programa Municipal DST/AIDS de Jundiaí


Elenco:
Aline Volpi
Ana Paula Castro
Basilides Ortega
Edivaldo Zanotti
Marcelo Peroni
Marici Nicioli
Rosangela Torrezin
Vivi Masolli

Gênero: Comédia Popular
Duração: 45 minutos Recomendação: Livre
Espaço para apresentações: Qualquer tipo de espaço

Objetivos:
- Promover a prevenção e criar espaços de reflexão sobre as DST/AIDS na terceira idade;
- Estimular o uso dos preservativos;
- Estimular a ida ao médico para realização de exames preventivos em homens e mulheres;
- Estimular a procura pelo exame de sorologia;
- Promover diálogo sobre preconceito, discriminação, respeito, dificuldade de ereção, suporte medicamentoso, carência de lubrificação e inclusão social;
- Divulgar os órgãos da cidade ou região que atuam no tratamento e aconselhamento das DST/AIDS;
- Desenvolver o gosto pela arte teatral.

Acompanhe o Blog Oficial da Companhia Paulista de Artes e saiba quando estarão na sua cidade.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Filme: O Jardineiro Fiel [The Constant Gardener]



O primeiro filme em língua inglesa dirigido pelo diretor Fernando Meirelles (diretor de Cidade de Deus), em O Jardineiro Fiel acompanhamos a trajetória de Justin Quayle (Ralph Fiennes), um diplomata britânico lotado em Nairóbi, no  Quênia que decide investigar o assassinato de sua esposa Tessa (Rachel Weisz), uma ativista de direitos humanos. A despeito de todos os avisos e recomendações Justin segue pistas que o levarão a desvendar uma conspiração descoberta por sua esposa, entre políticos e multinacionais farmacêuticas que testavam medicamentos em seres humanos.
  Sob o pretexto de ajudar a prevenir a disseminação da Aids no Quênia e distribuir gratuitamente medicamentos contra o vírus, uma grande empresa testava um novo medicamento contra a tuberculose, mascarando os severos efeitos colaterais.


Aqui um trecho no making of de O Jardineiro Fiel com uma peça sobre o hiv encenada na comunidade de Kibera no Nairóbi, Quênia.


Lançamento: 2005
Gênero: Drama
Duração: 2 hs e 9 min
Destaque: Vencedor do Oscar e do Globo de Ouro para Melhor Atriz Coadjuvante para Rachel Weisz

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Jogo: O Desafio da AIDS

  Este jogo educativo é produzido pela Avert, uma organização filantrópica inglesa de alcance mundial que oferece apoio através de ações de educação, tratamento e apoio jurídico à pessoas infectadas ou afetadas de alguma forma pelo vírus hiv.

O objetivo do jogador é recolher letras, usando um cursor guiado pelo mouse, formando as palavras que faltam nas frases como: Mulheres representam hoje a metade das pessoas infectadas pelo hiv. A ordem com que se recolhe as letras favorece uma maior pontuação. E deve se evitar o contato com  os "olhos" flutuantes para não perder vidas. Alguns itens aparecem para ajudar, como um cristal que congela os inimigos e uma estrela que deixa o cursor invencível (e com as cores do Orgulho Gay) por instantes.

 Se você entende um pouco de inglês vai receber a cada palavra coletada um prêmio muito valioso: Informações sobre os métodos de prevenção, como ocorre a disseminação do vírus em diferentes países, quais as formas de contágio, quando e por quem o vírus foi descoberto entre outras estatísticas e curiosidades que fazem toda a diferença conhecer.

Além do Jogo da AIDS, outros três jogos semelhantes estão disponíveis: Jogo da Gravidez, o Jogo do Preservativo e o Jogo da Educação Sexual.

Gênero: Jogos Educativos.

Livro: After Midnight (The Life and Death of Brad Davis)



Biografia do ator de Hollywood Brad Davis, contada por sua viúva, Susan Bluestein Davis e escrita por Hillary de Vries.
 Mais conhecido por sua atuação como Billy Hayes no filme O Expresso da Meia Noite, baseado em biografia de mesmo nome, levada ao cinema pelo diretor Oliver Stone em  1978, filme pelo qual recebeu dois prêmios como melhor ator, incluindo um Globo de Ouro. Participou também do filme Carruagens de Fogo em 1981. Sua carreira não manteria a força de um início tão brilhante, com mais participações em  filmes para televisão.
 Abusado sexual e fisicamente pelos pais em sua infância, desde a idade adulta  Davis fazia uso de alcool e drogas injetáveis, que ele abandonou aos 30 anos.
  Diagnosticado soropositivo em 1985, no mesmo ano aceita o papel principal na peça de Larry Kramer sobre Aids: The Normal Heart, mas manteria sua condição em segredo até bem perto de seu falecimento
 Susan descreve a carreira do esposo, seu casamento em 1979 e a filha, Alexandra que teve com o ator, o abuso de drogas e o adoecimento por conta da Aids que o levaria a um suicídio assistido, por overdose, em 1991.
  Brad foi reconhecido como o primeiro ator heterossexual a morrer por complicações causadas pela Aids e Susan continua sendo uma ativista na luta contra a doença.

À venda (43 livros em estoque, usados em bom estado, por cerca de 20 dólares) pela Barnes and Noble
Lançamento: 1991
Gênero: Biografia

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Música: AIDS


Existem músicas que falam de hiv/aids, das medidas de prevenção, do tratamento e do medo da morte. 
O cantor e compositor Léo Jaime (que apresentou Cazuza ao Barão Vermelho) fez uma delas:


Leo Jaime - Aids


É a última moda que chegou de Nova Iorque
e deve ser bom como tudo que vem do norte
a sua mãe vai gostar
o seu pai vai achar moderno
mais quente que o inferno
essa onda é de morte

new wave, patins, lennon and tenis Nike,
Walkman, bic mac, fender stratocaster...

e vai pegar
e vai pintar até na novela das oito...
e a gente vai copiar, copiar, copiar....
Aids, não tente colocar band aids...
Aids, não tente colocar colocar band aids...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Filmes: Documentário Xpress Mtv


Desde as ruas lotadas no Brasil, às alturas do México até as paisagens coloridas da Jamaica, jovens de ambos os sexos participam de uma jornada de discussão franca e aberta sobre sobre o sexo, sobre o preconceito contra "minorias" , sobre violências que podem ser físicas ou violências psicológicas. Tudo discutido sem tabus, neste documentário que deu aos jovens de diferentes regiões da américa latina a oportunidade genuína de se expressarem.
    E que , admita-se,  trouxe à tona diálogos absolutamente necessários sobre questões que são parte do cotidiando de todos, já que independendo das diferentes nações, os problemas são sempre aparentados. Na pauta estão políticas públicas, globalização, desigualdade social e violência e como isso tudo afeta  a prevenção ao hiv/Aids. 
  Participam do documentário celebridades locais e em campos de atuação social, como o Rapper MV Bill no Brasil, A cantora Lady Saw da Jamaica e a VJ da MTV México Ilana Sod. 
  Saiba mais sobre a campanha da Mtv de prevenção ao hiv: staying alive


Lançamento:2007 (Brasil, México e Jamaica)
Gênero: Documentário
Duração: 1 hora

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Filme: Para o resto de nossas vidas [Peter's Friends]




Em "Para o resto de nossas vidas" , há dez anos atrás eles foram amigos na Universidade de Cambridge e agora Peter Norton (Stephen Fry) herdou do seu finado pai o título de lorde e uma mansão espetacular. Assim, ele convida seus amigos para uma reunião. Entre os convidados estão Andrew (Kenneth Branagh, que também dirige este filme), que foi para Hollywood e se casou com Carol (Rita Rudner), a estrela de uma comédia americana que ele está escrevendo. Há a solitária Maggie (Emma Thompson), que pensa que pode estar apaixonada por Peter, que por sua vez está muito inseguro sobre o que fazer da sua vida. Além deles há Roger (Hugh Laurie) e Mary (Imelda Staunton), um casal que ganhou uma fortuna fazendo jingles para comerciais, mas desde a morte de um dos seus gêmeos Mary está temendo muito pela vida da outra criança. Há também Sarah (Alphonsia Emmanuel), uma solteira que sempre se sente atraída por homens indisponíveis, incluindo seu último namorado, Brian (Tony Slattery), que é casado. Também presente está Vera (Phyllida Law), que toma conta de Peter desde sua infância. Durante este final de semana são revelados ciúmes e medos entre os convidados, mas Peter revelará um segredo dele que deixará insignificante todos os outros problemas.


Lançamento:1992 ( Inglaterra )
Gênero: Comédia dramática
Duração: 1 hora e 41 min
Destaque: Trilha sonora com grandes sucessos dos anos 80

Filme: Entre Amigos [Love! Valour! Compassion!]


Uma adaptação da peça de mesmo nome onde Gregory (Stephen Bogardus) convida sete amigos para passar o final de semana em sua casa em Nova Iorque. Os sete são: Bobby (Justin Kirk), par de Gregory, que é cego mas adora explorar o jardim da casa usando seu tato, Art (John Benjamin Hickey) e Perry ( Stephen Spinella), dois "yuppies" que celebram seu 14º aniversário de união neste verão, John e seu irmão gêmeo James: um homem espirituoso com Aids em avançado estágio (ambos interpretados por John Dover); Ramon (Randy Becker), companheiro de John que se sente atraído por Bobby e tenta seduzi-lo e Buzz (Jason Alezander), um fã de musicais da Broadway que está convivendo com o hiv. Estes oito amigos vão passar por uma verdadeira lição sobre relacionamentos, dividindo alegrias e tristezas, mágoas e perdão, separações e uniões.

Lançamento: 1997 (EUA)
Gênero: Drama
Duração:1 hora e 48 min

Filme: Carandiru


O filme é uma adaptação do ótimo livro Estação Carandiru, escrito pelo dr.Dráuzio Varella e transposto para o cinema pelas lentes do diretor Hector Babenco, com atenção aos detalhes que recriam os dias tensos dentro daquele que foi  o maior presídio da América Latina com mais de sete mil presos.
  Lado a lado são contadas as histórias dos presos e a ligação deles com dr.Dráuzio (Luiz Carlos Vasconcelos), um médico que se mostra acessível o bastante para que possam confiar e contar a ele detalhes de suas vidas. Essa aproximação é necessária para alguém que deseja conter o avanço do vírus hiv e o abuso de drogas dentro dos muros mas demonstra ser mais que uma estratégia e sim um grande prazer.
  Assim as disputas, alegrias e desilusões dos detentos vão sendo cuidadosamente expostas até o dia de um terrível massacre, culminando na desativação do famoso presídio, que hoje cede lugar  à uma praça.



Lançamento: 2003
Gênero: Drama
Duração: 2 hs e 47 min
Destaque: Excelente elenco que inclui Rodrigo Santoro, Maria Luíza Mendonça, Wagner Moura, Lázaro Ramos (entre outros ótimos astros em grande atuação) e participações especiais de Rita Cadillac e do (falecido) rapper Sabotage.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Artes Plásticas: O Símbolo Mundial da Luta contra a Aids

Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas - ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada, a partir de 1988, por uma portaria assinada pelo Ministro da Saúde. 




Algumas manifestações realizadas durante o 1º de Dezembro são verdadeiras obras de arte, como fez esta freira chinesa ao unir milhares de pequenos laços para formar um único e grande laço.




Alguns demostram como o tamanho reduzido na recriação deste símbolo pode ser tão singelo quanto tocante em sua originalidade.






Ou esbanjam um grande senso de humor fazendo criativa alusão ao termo "vestir a camisa" quando se trata de entrar na luta contra o preconceito através da solidariedade, como o fez de maneira genial o cartunista Miguel Paiva na ilustração deste cartaz.




Este ano ,em Jacarta na Indonésia, o símbolo da luta contra a aids é formado por milhares de velas numa belíssima imagem simbolizando uma bela vitória da vida contra as trevas. Em outra lindíssima imagem, uma mostra da habilidade com que o símbolo foi esculpido na areia à beira mar na praia de Puri na Índia pelas mãos do artista Sudarshan Pattnaik. Ambas são uma prova de que a luta mundial contra a Aids se fortalece de muitos meios, alguns deles, são admiravelmente ricos em beleza e criatividade artística.

Filme: Rent: Os Boêmios [Rent]


Este filme é uma adaptação de um musical da Broadway, contando um ano das vidas de alguns boêmios no moderninho bairro de East Village, na cidade de Nova Iorque dos anos 80, mostrando as suas lutas em seu cotidiano movimentado para viver e simplesmente pagar o aluguel.
  Entre eles está Mark Cohen (Anthony Rapp), um cineasta nerd que ama Maureen Johnson (Idina Menzel), uma professora pública. Já Maureen sente atração por Joanne Jefferson (Tracie Thoms). Roger Davis (Adam Pascal) é o companheiro de quarto de Mark, sendo viciado em drogas e portador do vírus HIV. Roger é apaixonado por Mimi Marquez (Rosario Dawson), uma dançarina sadomasoquista que mora com o gênio da computação Tom Collins (Jesse L. Martin) que, por sua vez, gosta da drag queen Angel (Wilson Jermaine Heredia).



Lançamento:2005 (EUA)
Gênero: Drama
Duração: 2 hs e 15 min
Destaque: A ambientação do filme, na maior cidade do mundo durante o auge da então misteriosa AIDS nos anos 80

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Filme:Girl Positive ou Consequences


Rachel (Andrea Bowen) é uma colegial popular e jogadora do time de futebol da escola que está se terminando um relacionamento, descobre um antigo namorado que morreu era usuário de drogas injetáveis e soropositivo. Fazendo o teste ela confirma o que temia: Também foi infectada. Ela vai em busca do apoio de uma professora substituta, Sarah (Jennie Garth) que convive com o hiv há anos, e juntas vão descobrir que manter segredos não é fácil e que existem mais alunos que também não estavam livres do hiv. Um filme que fala na lingua dos  jovens o que é o hiv, a aids, as medidas de  prevenção, as formas de contágio e como são feitos os exames hoje.

Lançamento: 2007 (EUA)
Gênero: Drama
Destaque: Filme produzido para TV americana, exibido no Brasil pela rede de tv por assinatura TVA no canal HBO Plus

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Artes Plásticas: Leonilson Bezerra



José Leonilson Bezerra Dias nasce em Fortaleza, Ceará, no dia 1º de março de 1957.
Formado no curso de Licenciatura em Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) em 1977.
Expôs suas obras em diversas mostras no Brasil, Estados Unidos, América Latina e em países da Europa como Itália, Alemanha, Inglaterra, Portugal e Amsterdã. Em março de 1991 inicia as ilustrações da coluna semanal de Barbara Gancia no jornal Folha de S. Paulo. Nos Estados Unidos, um teste revela que Leonilson é soropositivo ao vírus HIV. Participa de muitas outras outras mostras no Brasil e no mundo, tendo seu último projeto, uma instalação na Capela do Morumbi, São Paulo, realizado sem que ele chegasse a vê-lo. Em 28 de maio de1993, falece em São Paulo.
Livro Leonilson:use,é,lindo, eu garanto à venda pela editora Cosac Naify.
Leia biografia completa de Leonilson na UOL.
Veja imagens de obras do artista na página projetoleonilson

Livro: Enquanto estamos crescendo - Valéria Piassa Polizzi




Postagem Original encontrada em:
 Enquanto estamos crescendo - Editora Ática
Valéria Polizzi apresenta ao público mais uma obra de sua autoria. Enquanto estamos crescendo é uma reunião de 30 crônicas, muitas delas publicadas nas páginas de Atrevida, revista da qual Valéria é colaboradora desde 1998.
Divididas em quatro temas - "Em família", "Casos de amor", "Aprendendo com a vida" e "Nem tudo é como parece ser" -, as crônicas do livro confirmam que a escritora está em plena evolução. Sua sensibilidade literária está cada vez mais refinada.
Os personagens das narrativas são de todas as idades. É nítido o traquejo que Valéria possui para falar ao pé do ouvido de seus jovens leitores, como se estivesse nas suas casas, nas salas de aula, nos pontos mais íntimos de suas vidas e de suas almas.
Na derradeira das crônicas, "O paciente do quarto ao lado", Valéria Polizzi remete seu texto para o ambiente hospitalar, centrando o foco na personagem Sarah, portadora do HIV que conseguiu levar adiante sua vida após momentos dificílimos durante o período em que esteve internada.
O relato das observações de Sarah sobre o lugar e as pessoas que a ajudaram a se recuperar mostra que a escritora, agora na faixa dos 30 anos, é dona de uma consciência profunda quanto ao significado do que é viver e sofrer.

Sucesso até fora do país
Não há como dissociar o nome de Valéria Polizzi da obra Depois daquela viagem. Publicado em 1997, seu título de estréia repercutiu muito bem no Brasil, alcançando, em suas 19 edições, mais de 200 mil exemplares vendidos. Não demorou muito para que a autora tivesse seu despojado depoimento conhecido em outros países, como Itália, Alemanha, Áustria, Espanha, México e Portugal.
Na obra, Valéria narra de maneira informal o seu drama ao ser infectada pelo vírus HIV e sua nova postura diante da vida, agora com a indesejável companhia da aids, doença que assombra a humanidade há cerca de duas décadas.
Após o impacto de suas revelações com a opinião pública, a autora viajou incessantemente pelo país, atendendo principalmente aos inúmeros convites de escolas, que a queriam próxima de seus jovens alunos para que estes pudessem dialogar com ela e entender as ricas - e também doídas - experiências pelas quais fora obrigada a passar.

Enquanto estamos crescendo - Editora Ática
Valéria Piassa Polizzi
128 páginas


Leia resenhas de livros da mesma autora:
Papo de garota, se quiser compre no bondfaro

Grandes amigos - Pais e filhos, com vários autores
Confira também o trabalho de Valéria Piassa Polizzi no seu Blog Meus Quipus

Livro: Depois daquela viagem - Valéria Piassa Polizzi


Postado originalmente em:
 Depois daquela viagem - Editora Ática
Valéria Piassa Polizzi é a jovem autora do grande sucesso editorial Depois daquela viagem. Sua coragem e sua luta acabaram por torná-la um símbolo de sobrevivência para os portadores do temido vírus HIV.
Escrito em um tom absolutamente despojado, próprio daqueles que estão procurando entender e se posicionar da melhor maneira possível no mundo frenético em que vivemos, o livro é o testemunho vivaz de uma adolescente com sólida formação educacional e familiar que, aos 16 anos, por um desses descuidos cuja razão jamais se alcançará completamente, mantém uma relação sexual sem a utilização do preservativo.
Como numa conversa entre amigos, o leitor tem a oportunidade de partilhar com Valéria a angústia de compreender que ela está com AIDS, um dos males mais comentados a partir da década passada. Ao mesmo tempo, Depois daquela viagem propicia uma verdadeira imersão cultural no cotidiano e na alma dos jovens de sua época.
"Pensar e escrever o livro foi um processo de três anos, no qual cresci muito. Em primeiro lugar, tive de trabalhar muitas questões dentro de mim, para depois colocá-las no papel. O intuito era mostrar que as pessoas podem viver com o HIV, para ajudar outros soropositivos como eu. E também mostrar que a AIDS pode acontecer com qualquer um", declara a autora.
Valéria Polizzi conseguiu seu intento. Seu relato já ganhou 19 edições, mais de duzentos mil exemplares vendidos, e já teve sua obra conhecida em países como Alemanha, Portugal, Itália, Espanha, Chile e Argentina. Sua mensagem e seu alerta, assim, tornaram-se internacionais.
"A vida é uma daquelas coisas tão presentes que passa despercebida. Às vezes nós precisamos quase perdê-la, ou achar que está por se perder, para lhe darmos o devido valor e dimensão. E, ainda assim, não conseguimos entendê-la direito", reflete Valéria.


Depois daquela viagem - Editora Ática
Valéria Polizzi
238 páginas


Leia resenhas de livros da mesma autora:
À venda pela Editora Ática: Enquanto estamos crescendo


À venda pela Panda Books: Grandes amigos - Pais e filhos, com vários autores.


Confira também o trabalho de Valéria Piassa Polizzi no seu Blog Meus Quipus

domingo, 6 de dezembro de 2009

Música: História de Freddie Mercury



Nascido em Zanzibar, uma ilha próxima à costa leste da África no dia 05 de setembro de 1946 sendo batizado como Farokh Bulsara, filho de Jer e Bomi Bulsara. Aos oito anos foi mandado para a St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Bombaim na Índia, onde deu seus primeiros passos no âmbito da canção com aulas de piano, anos depois formou sua primeira banda: The Hectics e passou a ser chamado de Freddie.

Devido a questões de origem política Freddie e sua família foram forçados a deixar a ilha de Zanzibar, mudando-se para Feltham em Londres, quando surgiu a Freddie (então com 17 anos) a oportunidade de ingressar na Ealing College of Art, onde diplomou-se em design gráfico e artístico. Lá ele tornou-se amigo de Tim Staffel vocalista e baixista da banda Smile que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista.
Freddie passou a participar dos ensaios, até que em Abril de 1970, Tim deixa a banda e Freddie assume o lugar do amigo mudando o nome para Queen e antes de lançarem juntos o 1° disco Farokh Bulsara passa a se chamar Freddie Mercury.

Ainda em 1970 conhece Mary Austin com quem viveria por 5 anos e foi com ela que ele assumiu ser bissexual, Freddie e Mary mantiveram uma forte amizade até o fim de sua vida: Foi inspirado nela que compôs um de seus maiores sucessos a música "Love of My Life" de acordo com uma declaração do próprio cantor, acima de tudo, era Mary o seu verdadeiro amor.

Em pouco tempo o Queen reuniu uma legião de fãs em todo o mundo com sucessos que estouraram nas décadas de 70 e 80 como "Bohemian Rhapsody", "Somebody to Love", We Are the Champions, Show Must Go On, Want to Break Free. Sua voz estonteante, completo domínio de palco e performances que faziam as enormes platéias e estágios lotados delirarem tornaram Mercury um cantor respeitado e querido por todo mundo.

Embora boa parte de sua carreira se confunda com a do Queen, Freddie lançou também alguns trabalhos solo como Mr. Bad Guy (1985) e com a cantora lírica Montserrat Caballé, Barcelona (1988) que mais tarde em 1192 se tornou tema oficial dos jogos olímpicos em Barcelona, aclamados pela critica e pelo público, participou do musical Time, de David Clark.
(LEGENDADO EM PORTUGUÊS)


Fascinado e envolto a arte Freddie tinham uma outra paixão além da música, o balé clássico, que praticou durante bom tempo de sua vida e chegou até participar de uma apresentação beneficente dançando Bohemian Rhapsody com o Royal Ballet de Londres, em 1979. Juntamente com o balé a opera foi outro elemento vital na formação artística e carreira de Mercury.

Em 1991 devido a suas últimas aparições mostrando-se visivelmente mais magro e reservado, para os fãs não haviam mais dúvidas que a saúde de Mercury estava abalada, surgiam então rumores de que o vocalista do Queen estava com AIDS, após tantas especulações por parte da imprensa no dia 23 de novembro deste mesmo ano Freddie confirmou a suspeita "Bem, resolvi confirmar ao público as suspeitas que a imprensa vem levantando há algumas semanas: Tenho SIDA e venho lutando contra essa doença há alguns anos. Espero que daqui para a frente todos se conscientizem e se unam para enfrentar esse terrível mal".

Na mesma entrevista pediu que fosse editado um single com os temas "Those are the Days of our Lives" e "Bohemian Rhapsody" cujos lucros das vendas deveriam reverter para instituições empenhadas na luta contra a SIDA. Na noite de 24 de novembro menos de 24 horas após ter se declarado oficialmente soropositivo Freddie Mercury (45 anos) veio a falecer em sua casa em Londres em decorrência de problemas pulmonares resultantes das complicações da AIDS.


O corpo de Mercury foi cremado e sua fortuna divida entre instituições de apoio a portadores de HIV,amigos,seus pais, para sua grande amiga Mary e também para seu último namorado Jim Hutton que o acompanhou em seus últimos anos de vida. Freddie passou boa parte de seus últimos meses na cidade Montreaux, na Suíça, fragilizado foi lá onde ele conseguiu um espaço discreto e reservado para evitar que a imprensa explorasse sua doença, Montreaux foi escolhida para guardar uma estátua do cantor situada nas margens do lago Geneva.

Os membros do Queen fundaram uma associação de caridade que leva seu nome a  The Mercury Phoenix Trust, em Abril de 92 vários artistas e grupos juntaram-se em um conserto para interpretar temas dos Queen em um show beneficente.


Em 2005 seu último companheiro, Jim Hutton lançou o livroMercury and Me (à venda na Amazon.com), que relata a vida de Mercury desde o final de 1983 até 24 de novembro de 1991 periodo que passaram juntos.

Filme: A Cura [The Cure]



  O solitário Erik (Brad Renfro) vive com a mãe, Linda (Annabella Sciorra), problemática desde o divórcio dos pais. Ele conhece um novo vizinho, Dexter (Joseph Mazzello), um garoto de 11 anos estigmatizado por ter contraído o vírus hiv.
Erik enfrenta o preconceito e as agressões dos demais colegas e ao desobedecer as "proibições" de sua mãe para andar com Dexter. A amizade de Erik, inicialmente ainda baseada no receio, depois se transforma em uma jornada em busca de salvar a vida de um amigo. Tentando de todas as formas encontrar algo que possa mantê-lo vivo, quando ele lê sobre uma suposta descoberta da cura para AIDS em New Orleans, foge com Dexter numa grande aventura rio abaixo.

Lançamento: 1995 (EUA)
Gênero: Drama
Duração: 1 hora e 50 min

Filme: Amor Fatal [Something to Live for: The Alison Gertz Story] ou [Fatal Love]


O filme é baseado na história real de Alison Gertz (Molly Ringwald) uma típica "patricinha" americana, que apesar de não fazer parte de nenhum grupo de risco, contrai o vírus hiv ao se relacionar com Mark (Perry King), um rapaz por quem se apaixonou.
  Depois de descobrir sua nova condição, ela decide levar adiante uma luta pessoal para conviver com o HIV e vai além, trabalhando na conscientização de jovens em várias escolas de bairros pobres, falando sobre o a doença, os perigos do sexo sem preservativo e uso de drogas.Assim,  Alison transforma o que poderia ser sua tragédia em uma emocionante lição de vida.


Lançamento:1992 (EUA)
Gênero: Drama Biográfico
Duração:1 hora e 30 min
Conheça a história de Alison Gertz (em inglês)

Filme: Fique Comigo [Touch Me]


Bridgette (Amanda Peet) é uma bela aspirante à atriz dramática que dá aulas de yoga. Ela se apaixona pelo preguiçoso e mulherengo playboy Adam (Michael Vartan), que administra a academia do pai. Pouco tempo depois Bridgette descobre que seu ex-namorado está morrendo de Aids. Desconfiada, decide fazer o teste. Ao pegar o resultado, fica chocada: é soropositiva. Resolve então manter distância de relacionamentos para saber mais sobre a doença e seu estado de saúde. Muito fragilizada emocionalmente, Bridgette começa a tratar as pessoas que a cercam com uma amargura que ninguém jamais esperava encontrar nela. Depois de muitos desentendimentos, ela finalmente vai encontrar  tranquilidade para viver um grande recomeço. Este é um raro filme que trata da questão de se conviver com o vírus hiv.

Lançamento: 1997 (EUA)
Gênero: Drama
Duração: 1 hora e 47 min
Destaque: Final feliz!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Filme: Cazuza - O tempo não pára



  O filme baseado no livro Cazuza, só as mães são felizes (uma biografia do cantor escrito pela sua mãe Lucinha Araújo com a jornalista Regina Echeverria, lançado em 1997 pela editora Globo) conta toda a história de um dos maiores artistas da música brasileira.
  Um menino inquieto, Cazuza (Daniel Oliveira) sempre gostou de boas leituras e passou a escrever desde cedo suas estórias no papel e mais tarde composições para a celebração da vida. Interessado em muitas formas de arte, como o desenho, teatro e a fotografia e pela vida boêmia conquistava a atenção de todos, começando pela mãe Lucinha (Marieta Severo), desde o início com o teatro no Circo Voador até encontrar o estrelato como vocalista e compositor no grupo de rock Barão Vermelho.
   Depois dos primeiros shows, apoiado pelo amigo  Ezequiel Neves (Emílio de Melo) da Gravadora Som Livre, finalmente conquistou também a admiração de seu pai, o produtor musical João Araújo (Reginaldo Faria), que aceitou gravar o primeiro disco do grupo que se tornou logo um grandioso sucesso. Mais dois discos com muitos outros hits levaram o Barão Vermelho ao auge, quando então Cazuza  atende seu desejo e decide a deixar o grupo e iniciar sua carreira solo,onde teve um brilhante e aclamado sucesso.
  No topo, Cazuza acaba descobrindo que foi infectado pelo vírus da aids, e entre idas para o tratamento nos EUA e e retornos à casa no Rio de Janeiro, nunca parou de compor ou se apresentar aos shows com uma garra que deixava todos perplexos. Manteve-se no palco até sua morte em 1990.

Lançamento: 2004 (Brasil)
Gênero: Drama Biográfico
Duração: 1 hora e 40 min
Destaque: Cenas de shows estreladas pelo próprio Cazuza, com participação das próprias pessoas interpretadas no filme.

Ganhador de diversos prêmios entre eles em sete categorias do Grande Prêmio Cinema Brasil, incluindo melhor filme e melhor ator com Daniel Oliveira e nestas mesmas categorias o prêmio do Festival de Cinema Ibero Americano LaCinemaFe

O ator Daniel Oliveira perdeu 11 quilos e fez aulas de canto na preparação para o papel